3.8.06


Vitaminas: qual o nivel de risco?

A poucos dias atras foi publicada uma interessante materia na revista Science mostrando que o uso regular de vitamina C in vitro, ou em laboratorio pode associar-se na formacao de substancias toxicas que podem modular o DNA das celulas e eventualmente ser um fator associado a neoplasias.

Os proprios autores utilizam varias vezes o termo possibilidade, mas a imprensa em geral ja utilizou títulos como "vitamina C o vialo, de heroi para inimigo" etc etc.

É importante ter muito cuidado na avaliação geral destes conceito, sem se comprometer pelo fanatismo, nem ser um crítico voraz , como aquele ja falei com aquele tom ironico, sem tomar em conta as bases cientificas.

1) o organsimo sisntetiza um variado numero de radicais livres, e pelo tanto um estudo serio deve incluir a sequencia de antioxidantes para neutralizr esta sintese, assim como inbir a atividade pro-oxidante dos propios antioxidantes

2) usando vitamina C, e medir peroxidos lipidicos é pelo menos uma situacao irreal, por usar antioxidante hidrossoluveis para radicais livres hidrossoluveis

3) qual a possibilidade de que a produção medida de genotoxicos seja proporcional a produção diaria de toda celula, ja que sabemos que somos afetados diretamente pelos fatores ambientais, que permitem que nossos gens se expressem

4) a mas importante lição a obter deste trabalho, é um fato positivo e que tem sido divulgado nos ultimos 20 anos, jamais usar:
a) antioxidantes isolados
b) quanto maior a doses, nao necessariamente e melhor
c) controlar a engeneheria do organismo por esquemas racionalmente logicos
d) evitar a automedicacao
e) definir pela bioindividuallidade para definir uma adequada suplementacao

5) é conhecido que mas de 2000000 de pacientes sao itnernados por ano nos Estados Unidos por efeitos colaterais de medicamentos, e mas de 100000 morrem por causa deste própio fenomeno, e deste total, não existe referencia de nenhum caso provocado pela ingestão de vitaminas.

6)e fato anterior nao deve ser utilizado como uma justificativa para um uso sem planificacao

Todo nutriente tem um grande problema, nao pode ser patenteado, razão pela qual os grandes estudos envovlendo muitos milhões de dolares feitos pelos grandes trusts da industria farmaceutica não sao economicamente viáveis, ja que nao permitem ter exclusividade, e caso fossem aprovados com finalidade definitivamente terpaeutica liberariam para que todos os laboratorios pudessem explorar-la economicamente, baseado neste fato e impossivel avaliar com a mesma independencia e interesse um produto com rentabilidade universal, com produtos que tem alta rentabilidade com exclusividade por um longo periodo de anos antes de poder ser explorado pelas outras companhias farmaceuticas. Para compensar estos fatos é necessario crias leis universais de integração como:
1) recriar patentes em produtos obsoletos quando as inidicacoes terapeuticas sao novas, por um periodo de 5 anos
2) criar patentes especiais para linhas de substancias naturais inclusive as criadas dentro do propio organismo
3) ampliar a pesquisa em associacoes medicamentos nutrientes que permitam reduzir doses, e consequentemente efeitos colaterais
4) difundir os fatos negativos da medicina como uma lição da qual aprender, e nao como uma forma de amedrontar ao médico e aos pacientes, pior ainda quando estes fatos ainda passam por fenômenos de especulação cientifica, sem duvida é tao ruim difundir fatos positivos em forma sensacionalista quanto os negativos em forma alarmista, quando sabemos que os conceitos em medicina são altamente vulneraveis de mudarem de uma hora para outra.

Segundo o professor James Carter ex Diretor (hoje, professor emeritus) da acatedra de nutricao da universidade de Tulane em New Oelans-USA, a grande maioria dos tratamentos denominados convencioanis, nao passaram por testes rigidos de aprovacao, e sao utilizados porque pasaram de geracao em geracao como um fato consolidado nunca comprovado, ou que de fato demonstra que a experiencia dos reusltados positivos de sua utilizacao representam o modelo objetivo utilizado ate poucos anos atras, e se os mesmo tivessem que pasar por uma reavlaciao geral nos conceitos atuais provavelmente muitos sriam reprovados.

Ao lidar com a saude da populacao, é importante sempre ter em mente o conceito hipocratico: primeiro não lesar, completado pelo cocneito; segundo: reestabelecer a saude do paciente.
A ciencia esta evoluindo muito rapido, e somos parceiros diretos dela, é importante empurrar este avanço com critérios independentes, e fortemente cientificos, sem impulso de alardes que terminam criando uma seria confusao e caos na comprensao do medico e do paciente.



Dr. Efrain Olszewer



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